Em dia de confraternização, 1990 A FESTA arrecada dinheiro para bancar passagens de Dois As e Dark p

Conseguir sair de salvador e poder mostrar o seu som para todo o Brasil. Esse é o sonho de todos os rappers que estão começando a carreira ou que desejam ter um alcance nacional, mas sabemos que chegar a esse sonho não é uma tarefa fácil e muitas vezes precisa da ajuda de amigos para isso. E foi para ajudar os rappers Dois As e Dark MC a conquistarem esse sonho que rolou o evento "1990 / Confraternização", na Casa Preta, no bairro 2 de Julho. A festa, que aconteceu no dia 16 de julho, reuniu diversos artistas da cena soteropolitana com o objetivo de arrecadar fundos para bancar a viagem dos dois rappers para São Paulo, onde participarão da gravação do canal RAPBOX. O RAPBOX, da produtora CAS

Historiador e pesquisador baiano de queer rap, Daniel dos Santos traz reflexões sobre a atuação LGBT

Para fechar a série #LGBTQ+, que o site Rap 071 criou para dar, além de visibilidade, uma incentivada na cena local, trocamos uma ideia com o baiano Daniel dos Santos, que é professor, historiador e pesquisador das masculinidades negras na cultura Hip Hop dos Estados Unidos. A representatividade LGBTQ+ na cena do rap da Bahia ainda é tímida, mas a demanda do público se mostra significativa e sedenta de festa de rap com a pista aberta também para outras narrativas e lutas, além da “fechação” – por que não? Com nomes como os de Rico Dalasam, Gloria Groove e Karol Conká, a cena num contexto geral tem contemplado artistas que trazem a pauta da diversidade em suas letras e, claro, no comporta

Panca as Caixa: evento reúne grupos Soteropolitanos para fomentar o Rap em Itapuã

No último final de semana (15) aconteceu o Panca as Caixa, primeiro evento produzido por Caíque Ventura -membro do Grupo Raro Efeito-, Victor Godoi e Junior Goliz, realizado no espaço Chabisk, em Itapuã. A ideia surgiu pela ausência de eventos de rap no famoso bairro da orla de Salvador, além de ser uma oportunidade para reunir uma galera para fazer um som. No começo a galera ainda estava tímida e se mantinha espalhada pelo espaço, esperando iniciativa de alguém ir para frente do palco curtir o som do Quarto de Ilusões, primeiro grupo a tocar. Logo depois os caras do 3ªVisão assumiram os microfones e realizaram a sua primeira apresentação, reunindo mais o público. Confira a galeria de fotos

Uneb exibe documentário "SalCity" e movimenta debate sobre hip hop e rap baiano; saiba tud

A Universidade Estadual da Bahia (Uneb) abriu o espaço de debate para colocar a cultura hip hop e o rap dentro da sala de aula. Na última sexta-feira (07/07), o campus do Cabula exibiu o documentário "Salcity", que foi lançado neste ano e traz o depoimento de artistas sobre os obstáculos e as dificuldades enfrentadas na cena soteropolitana. Após a exibição do documentário produzido pela Marra, o público presente pode participar de uma mesa de debate com alguns dos atores presentes no curta, como: Dark, Cintia Savoli, CTC33, Jhomp, Mobbiu e Opanijé. A conversa rendeu diversos assuntos como o racismo sistêmico, a falta de oportunidades para mulheres no rap, a falta de representatividade negra

#RAP071VISITA estúdio da Back To Back; assista ao episódio 01 e conheça a história do selo referênci

O estúdio Back To Back (BTB) está na ativa desde 2010, é tipo a "casa" de uma crew homônima ao espaço e o Dj Akani e o Mc Makonnem Tafari, na companhia de Biel Gomez, receberam o RAP071 para a gravação do primeiro episódio do quadro #RAP071VISITA. A intenção desses blocos de entrevistas será contar a história, prazeres, conteúdos e dificuldades de construir e manter estúdios para a produção de rap em Salvador. Se o caminho é ampliar os horizontes sobre a divulgação e produção do rap para além da internet, o programa pretende também visitar as rádios - comunitárias, particulares, estatais e universitárias - que inserem a música rap dentre os componentes da sua programação. A conversa com os t

Conexão RapBA + RapCE: ouça “Laiferrard”, música de ErriVance em parceria com Bigod

Jogo de palavras. É isso que ErriVance, rapper do Grupo Alquimia Clã, residente de Cruz das Almas (interior da Bahia), faz nos versos de ”Laiferrard”, single produzido em parceria com seu amigo e também membro do Alquimia, Bigod (Vitor Lopes). O título da faixa surge a partir do verso que, em mais uma brincadeira, eles aportuguesaram a pronúncia de Life Hard e usaram no título da musica, resultando no “Laiferrard”. “O single traz vivências, situações que me fizeram evoluir. É uma letra com muitos trocadilhos, metáforas, referências locais que representam o meu estado, o rap e que fazem parte da minha vida.” ErriVance, também conhecido como Roger Vance. Direto de Fortaleza - CE, Bigod, convid

Grupo Uma Dose de Rap lança EP "Genius" e movimenta cenário novo em Salinas das Margaridas

Direto das ruas de Salina das Margaridas, “Uma Dose de Rap”, lança seu primeiro EP GENIUS. Atuante em um cenário de rap ainda novo na Ilha de Itaparica, o grupo foi formado há pouco mais de um ano e é composto por Lz Beatz (Mc e Beatmaker do Grupo), Mc Pingo e pelo Dj Antônio. Foi através do MC Pingo, com seus primeiros versos e áudios, que Lz Beatz e Zaka (ex-membro do grupo) se inspiraram a escrever algumas letras. Trocando varias ideias juntos, eles descobriram um desejo em comum; montar um grupo de Rap. Foi a partir dai que surgiu o “Uma Dose de Rap”, nome inspirando no grupo de Belo Horizonte “Um Barril de Rap”. Ouça o EP completo "Genius". Com poucos equipamentos, eles gravaram em um

Série #LGBTQ+: Rico Dalasam fala da sua relação com a Bahia e da sua motivação em desbravar a cena q

Desde 2015, quando foi lançado o EP “Modo Diverso”, com o single “Aceite-C”, o movimento hip hop foi surpreendido – de maneira positiva - com o aparecimento do rapper paulista Rico Dalasam. Considerado um dos percussores da cena queer rap do Brasil, o artista de 25 anos comunica em suas letras, no seu visual e no seu comportamento, o direito que a população LGBTQ+ tem de ocupar os espaços da sociedade e, não menos importante, comunica também sobre a liberdade de amar e de poder falar desse amor. Tarefa que não é muito simples, visto que a cena está apenas começando a reconhecer artistas que batalharam anos para ganhar notoriedade fazendo rap sem ser homem-cis-hétero. Apesar de reconhecer que

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